quinta-feira, 12 de abril de 2012

Quando o nosso corpo de alguma forma não nos pertence

Começou aos poucos. Encantamento com a história de vida contada, troca de e-mails sobre o curso na Universidade, primeiras impressões. Presente recebido na minha formatura, carona dada na volta. Expectativas, reconhecimentos, pequenos entendimentos. Amizade. Aí veio o livro. Compreensões.
Segredos. Alegrias. Vitórias.

Hoje, me sinto parte dessa história, que tem sido recontada em diversos lugares, por diversas pessoas. Símbolo de luta, posicionamento político. A coragem de enfrentar a rua como alguém conhecido por desconhecidos.

Obrigada por também fazer parte da minha história, e por me fazer refletir sobre esse fato nem sempre tão óbvio que é estar no mundo, ser alguém na vida.




(E mais outras histórias de expectativas, avanços e solidariedade).


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 Priscilla Brito

Tem problemas de concentração e pensa milhões de coisas ao mesmo tempo. Quase sempre, são planos de como mudar o mundo a partir das inspirações feministas cotidianas.

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